Guenepfu Fi Nom...

NOME:Sílvia Til Alexandros
IDADE: 24 Outonos
ANIVERSÁRIO: 04-05
SIGNO: Touro
ELEMENTO: terra
SIGNO CHINÊS: Touro
ELEMENTO: Madeira
SIGNO EGÍPCIO: Ptah
SIGNO ÁRABE: Clava Rústica
SIGNO CIGANO: Coroa
SIGNO INDÍGENA: Menino (Ou Saci)
SIGNO DAS FLORES: Hibisco
SIGNO CELTA: Lua
SIGNO ASTECA: Faca (Tecpalt)
SIGNO DRUÍDICO: Paineira
SIGNO DAS ÁRVORES: Amoreira
SIGNO DAS BRUXAS: Morcego
SIGNO SHAMÂNICO: Castor(Póllox??????)
ASCENDENTE: Boa pergunta, mas pelo que eu vejo, acho que sou de Câncer.....
LUA: Tá lá no céu... Mas eu acho que é Cheia....
QUADRANTE: Norte
IDENTIDADE ELEMENTAL: Gnomida
NOME: Dunaz
ONDE MORO: Numa bolha, onde ninguém pode me machucar...
ESTADO CIVIL: namorando o Abel(com farda*-*...)
ESTUDA: Faculdade de Cinema... E depois... LETRAS*-*
PROFISSÃO: Desenhista, dubladora, roteirista, sonhadora e feliz nas horas vagas...
O QUE EU ESPERO: Felicidade...
O QUE TEMO: Solidão....
PECADO CAPITAL: Será que tristeza pode ser considerado Pecado Capital???
ICQ:272696239
MSN:
einomia_seasons
@hotmail.com
ATUAL SAUDADES: *Suspira e olha longe* É... Isso não tem como voltar u.u' *Desenha uma flor no vidro embaçado pelo ar quente, devido a chuva gelada do lado de fora*
DO QUE ESTOU PRECISANDO: De um abraço.
SUMO DE CONSONHO^^: Ser dubladora de anime^^
ONDE GOSTARIA DE ESTAR AGORA: Abraçada com o Abel... Que saudades dele u.u'
MÚSICA: Nossa música... "Trully, Maddly, Deeply"... Ever*-*
FLOR: AMO lírios... Os amarelos, Mas os clarinhos e não os quase alaranjados.. Os lisos, e não os que têm sardas...
CHOCOLATE: Sonho de Valsa... Ou qualquer um com avelãs *-*
COR: Roxo e seus milhões de derivados
LUGAR: Calmo.... com florestas e um ambiente bem verde... Montanhas, bosques... Gosto de paz e tranqüilidade...
CLIMA: Frio... Aquele friozinho aconchegante, ou o friozinho de dia de chuva...
LIVROS: Todos...
FILME: Hmmm.... Acho que só não gosto daqueles com cenas de carnificina total, tipo... "A lista de Schindller", sabe?? Massacre... com pessoas sendo mortas da forma mais brutal que existe... não gosto de coisas assim u.u'.... De resto... o que vier tá dentro^^(Ah sim.... E de preferência que os filmes estejam dublados..... BEM dublados^^ XD~
COMIDA: Sopinha de batatas.
BEBIDA: Sucos em geral, água.
BEBIDA PREFERIDA EVER: Capucino gelado
O QUE EU GOSTO:De todos os meus amigos, da minha irmã Tod, Dos meus sonhos, De tudo que é maravilhindo, do céu, do mar, o fogo e a terra...Cozinhar, adoro cozinhar, desenhar, cantar, cozinhar, ler, dançar( mesmo nunca tendo feito isso, mas não porque eu não quis...), cozinhar, escrever, e cozinhar... Ah...e fazer mais um monte de coisas^.^
O QUE EU NÃO GOSTO: CEBOLA!!!!!!!!!! NÃO SUPORTO CEBOLA>.<, Argh... Carne é outra coisa que eu ABOMINO>.< De coisas ruins, pessoas más, guerras, maldade, brigas, crueldade, distância...
LAYOUT: Achado por mim... editado pelo Érick^^Ele é um amor^^

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Sexta-feira, Outubro 14, 2011

Acho que está na hora de priorizar algumas coisas aqui...

Eu escrevia apenas aqui e em mais nenhum outro lugar (claro, afora o blog que eu mantinha com a história que estou escrevendo, isso é diferente).
Era gostoso, perfeito, claro, aconchegante...
Então eu descobri o Vibeflog. Gostei dele porque ele me permitia postar vídeos do Youtube, é divertido (Se bem que ultimamente eu não tenho conseguido postar mais nada de vídeo lá.), e tinha as Laranjinhas do Humor. Muito divertido.
Então uma pessoa me fez criar um fotolog (e vou frisar BEM o ME FEZ CRIAR) Eu o achava meio chato, pois tinha limite de comentários, não podia colocar aquelas coisinhas brilhantes do lado, como nos blogs, se quisesse um fundo mais estilizado, teria de pagar uma taxa X por mês (além de ter outras mordomias), só poderia postar uma única foto por dia e nada de vídeos... mas... éramos grandes amigas e eu acabei fazendo, porque, Ah, é divertido!
Então, por muito tempo eu me dividia entre o meu amado Blog, (este aqui, onde tudo começou), o Vibeflog (para postar vídeos) e o Fotolog (porque as pessoas acessavam mais esse tipo de site do que o blogg e si). Mas eu não tinha tempo de postar coisas diferentes para os três Logs diferentes, então eu simplesmente copiava e colava o mesmo texto nos outros endereços, mas só mudava as formatações...
Triste...
Com o tempo passei a postar apenas no fotolog, já que ele era o único que ficava eternamente conectado à minha conta, o Blog e o Vibeflog eu tinha de conectar, e o Blog ainda tinha o agravante de ser pago e não poder mais entrar... Só consegui porque achei uma brecha, mas estou com sono demais para conseguir explicar agora x.x
Enfim...
Daí que meu tempo diminuiu. Postar no Vibeflog só em ocasiões especiais (que machucam a todo momento.) e o Blog...
Me dava preguiça, admito!
Aconteceu então que eu apenas publicava no Fotolog mesmo. Deixava meus antigos Logs... no meu amado Blog.
Deixei-os de lado.

Não tenho mais entrado nem no fotolog desde o acidente...
Não vale a pena falar dele, ninguém precisa saber o que se passa aqui.
Só precisam saber que tudo vai mudar agora!
Deixei o fotolog de lado, acho que vou deletar o Vibeflog também.
Vou fazer algumas mudanças aqui. A começar pelos links que eu tenho, pelo texto aqui ao lado, e pelo meu camelô do lado direito... (sim, essas coisas que piscam.)

Hoje, uma das jornalistas que trabalham comigo me passou o link do blog dela.
http://dicasdacandinha.blogspot.com
Entrei e gostei bastante. É um blog que eu vou colocar aqui.
Apesar de eu adorar o lance de clicar na imagem para ir para o blog da pessoa, eu colocarei nomes. É bem mais limpo!
Tudo será mais claro e profissional.
Se a minha colega de trabalho pode ter um blog, por que eu não posso voltar a escrever no meu?
Então... Acho que estou de volta.
É isso aí. Acompanhem as mudanças. Elas serão feitas gradativamente, afinal, eu não sou expert em HTML ou nessas coisas de computador. Eu só sei é escrever.
É isso. Voltando às origens... Acho que é bom.
Vai ser bom escrever no Elementais de novo.
Então...
Se cuidem.


Semente Plantada Por:Dunaz ~A Gnomida

Sopro Ao Vento...

Quinta-feira, Junho 16, 2011

SALVEM OS COALAS!!!!!

"Coala deve ser incluído na lista de ameaçados." - Diz o site G1

*********

Depois de ter assistido a “Dot Vai a Hollywood” e ter chorado horrores (Amy, você está de prova!), eu me deparo com uma matéria dessas...

***********

“Coala australiano tem de ser incluído em lista de ameaçados”, diz cientista. Espécies estariam desaparecendo do país devido à expansão urbana. Comunidade científica cobra do governo lista de ameaçados de extinção.
(Do Globo Natureza, com agências internacionais)

Cientistas australianos cobram do governo a criação de uma lista de espécies ameaçadas de extinção, no intuito de proteger animais como o urso coala, símbolo do país, que corre risco de desaparecer da natureza.
Estudiosos afirmam que o avanço das zonas urbanas sobre as regiões de proteção ambiental tem afetado a população de coalas, estimado entre 50 mil e 100 mil exemplares. A comunidade científica pede inclusive que o Senado fique atento a este assunto para evitar a extinção da espécie, que sofre com uma nova ameaça: a bactéria Chlamydia.
“Não sabemos a quantidade exata de animais existentes, porque não temos subsídios para complementar o assunto. Mas é certo que a população está caindo", afirmou Alistair Melzer, pesquisador da Universidade de Queensland.
De acordo com o Melzer, os locais mais propensos para a reprodução do mamífero são também os melhores lugares para os seres humanos, ou seja, regiões com solo fértil. Entretanto, ele afirma que esta proximidade pode significar ataques por cães domésticos ou atropelamentos por automóveis aos coalas.
Além disso, os animais que vivem nas árvores sofrem com ondas de calor e seca, eventos que ocorrem com mais freqüência no país devido às mudanças climáticas.


(Animal típico da Austrália, cientistas cobram do governo a classificação do coala como animal em extinção)


Cobrança

Os pesquisadores pedem que os estados reconheçam o risco de extinção, em vez de apenas classificar os animais como 'vulneráveis' ou 'em situação de risco'. “O governo não classifica o coala como animal em extinção porque carece de números precisos. Mas nós não temos subsídios públicos suficientes para uma investigação a longo prazo.
A questão do coala será examinada por uma comissão especial do Senado, que deverá emitir ainda este ano uma recomendação para classificar o animal ‘em perigo’.”

*********


Estou cansada de tudo isso x.x
Não agüento mais!
Pobre coala...
OLHA QUE COISINHA MAIS FOFA QUE É ESSE BICHINHO, E O SER HUMANO NÃO DÁ A MÍNIMA!!! T__________T

Eu quero um Coala de estimação... junto com aquele kiwi albino da Nova Zelândia e o javali T___T


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Sopro Ao Vento...

Domingo, Junho 12, 2011

Dia dos Namorados


Hoje é o FUCKING Dia dos Namorados... u.ú
E eu disse que não ia postar nada sobre, mas... O Google resolveu fazer uma ilustração temática com o seu emblema... foi mais forte que eu... u.ú

Mas só o básico!!!

E a Tia Wikipédia Diz:
O Dia dos Namorados ou Dia de São Valentim é uma data especial e comemorativa na qual se celebra a união amorosa entre casais sendo comum a troca de cartões e presentes com simbolismo de mesmo intuito, tais como as tradicionais caixas de bombons. No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de junho. Em Portugal também acontecia o mesmo até poucos anos atrás, mas atualmente é mais comum a data ser celebrada em 14 de Fevereiro.

A HISTÓRIA:
A história do Dia de São Valentim remonta a um obscuro dia de jejum tido em homenagem a São Valentim. A associação com o amor romântico chega depois do final da Idade Média, durante o qual o conceito de amor romântico foi formulado.
O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.
Além de continuar celebrando casamentos, ele se casou secretamente, apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Antes da execução, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.
Considerado mártir pela Igreja Católica, a data de sua morte - 14 de fevereiro - também marca a véspera de lupercais, festas anuais celebradas na Roma antiga em honra de Juno (deusa da mulher e do matrimônio) e de Pan (deus da natureza). Um dos rituais desse festival era a passeata da fertilidade, em que os sacerdotes caminhavam pela cidade batendo em todas as mulheres com correias de couro de cabra para assegurar a fecundidade.
Outra versão diz que no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar o Dia de São Valentim como a união do Dia dos Namorados. A data foi adotada um século depois nos Estados Unidos, tornando-se o The Valentine's Day. E na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros. Por isso, os namorados (as) da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta do(a) amado(a).
Atualmente, o dia é principalmente associado a troca mútua de recados de amor em forma de objetos simbólicos. Símbolos modernos incluem a silhueta de um coração e a figura de um Cupido com asas. Iniciada no século XIX, a prática de recados manuscritos deu lugar à troca de cartões de felicitação produzidos em massa. Estima-se que, mundo afora, aproximadamente um bilhão de cartões com mensagens românticas são mandados a cada ano, tornando esse dia um dos mais lucrativos do ano. Também se estima que as mulheres comprem aproximadamente 85% de todos os presentes no Brasil.
O dia de São Valentim era até há algumas décadas uma festa comemorada principalmente em países anglo-saxões, mas ao longo do século XX o hábito estendeu-se a muitos outros países.

DATA NO BRASIL:
No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de Junho por ser véspera do 13 de Junho, Dia de Santo Antônio, santo português com tradição de casamenteiro.
A data provavelmente surgiu no comércio paulista, quando o publicitário João Dória trouxe a idéia do exterior e a apresentou aos comerciantes. A idéia se expandiu pelo Brasil, amparada pela correlação com o Dia de São Valentin – que nos países do hemisfério norte ocorre em 14 de fevereiro e é utilizada para incentivar a troca de presentes entre os apaixonados.

Foi o que disse a Tia Wikipédia...

É isso aí... Feliz Dia dos Namorados para quem está namorando, e para quem não está, como eu... u.ú
Boa sorte...


Se cuidem!!
=********


Semente Plantada Por:Dunaz ~A Gnomida

Sopro Ao Vento...

Quarta-feira, Maio 25, 2011

FELIZ DIA DO ORGULHO NERD!!!!

E Feliz Dia da Toalha!!!!! *_________*

Eu ia postar uma foto minha, usando minha fiel toalha de capa de super-herói, mas... estou podrona x.x Acabei de chegar da TV... Vai a clássica mesmo...


E a Tia Wikipédia diz:
O Dia da Toalha é celebrado no dia 25 de Maio como uma homenagem dos fãs ao autor da série O Guia do Mochileiro das Galáxias, Douglas Adams.

A saga de cinco livros conta a história de Arthur Dent e seus amigos em aventuras pela galáxia e pelo tempo. Um detalhe importante da história é a importância da toalha para os "viajantes da galáxia", a qual seria útil para as mais variadas e inimagináveis situações.

Primeiramente, quando do falecimento de Douglas Adams, fãs do autor queriam encontrar uma forma de homenagear uma pessoa que tinha feito o mundo rir, então precisavam de um tema engraçado para sua homenagem. Como sua mais conhecida obra é O Guia do Mochileiro das Galáxias, e como no livro o autor dedicou um página inteira sobre a toalha e sua importância para os mochileiros das galáxias, decidiu-se então pelo uso da toalha como tema da homenagem.

O dia 25 de Maio de 2001 foi o dia em que foi feita a primeira homenagem. Depois discutiu-se sobre a possibilidade de alterar o dia para 42 dias após a data de falecimento, devido a outro detalhe da saga, que afirma que a resposta para questão fundamental da vida, o universo e tudo mais seria 42. De todo modo, acabou continuando a data da primeira comemoração, 25 de Maio. A data é lembrada pelos fãs que carregam uma toalha durante o dia inteiro com eles. Alguns usam como uma capa, outros como um turbante, enfim cada um usa a toalha como deseja, desde que esteja consigo a toalha.

O Dia da Toalha é comemorado em diversos países, e na internet é possível encontrar sites com fotos dos fãs que comemoraram a data.
Disse a Tia Wikipédia... =3

O Dia do Orgulho Nerd cai coincidentemente no dia 25 de Maio, Dia da Toalha, pois foi nesse mesmo dia, em 1977 que ocorreu a primeira première de Star Wars, filme de ficção científica de George Lucas dividido em 2 trilogias.
O Dia do Orgulho Nerd foi comemorado pela primeira vez em 2006, na Itália, e desde então, espalhou-se pelo mundo e como símbolo do direito de qualquer um exercer suas atividades intelecutais de maneira intensa e sem preconceito.

Hoje, infelizmente, por correria e ficar zumbizando boa parte da manhã, eu esqueci a minha toalhinha em casa e só fui lembrar quando cheguei na TV.
Nunca senti tanto ódio de mim mesma, porque é o meu primeiro ano de Dia da Toalha em plena consciência... (Ano passado eu só descobri que tinha que ficar com a toalha, mais para o fim da noite... Daí nem dava mais .-.)
Então voltei pra casa e logo me ligaram da TV, pedindo para eu voltar para lá, pois haveria um debate sobre o balanço de Jundiaí para o ano que vem... e assim que eu desliguei o telefone, fui CORRENDO pegar a minha toalha e pôr na bolsa *-*
O Sander me disse no ano passado que no site oficial tem aaaaa toaaaaalha para vender, com o símbolo e tudo mais...
Estava pensando em comprar, para ela ser minha companheira de aventuras nos dias 25 de Maio *-*
Mas por enquanto, eu espero o próximo Dia da Toalha numa boa e tentando NÃO enlouquecer... x.x

É isso aí, gente. Estou morrendo em pé aqui...
Se cuidem =3
E cuidem da sua toalha!!

=******************

E lembrem-se...
Don't Panic!!


Semente Plantada Por:Dunaz ~A Gnomida

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Domingo, Maio 08, 2011

Feliz Dia das Mães! =3

DIA DAS MÃES
O Dia das Mães também designado de Dia da Mãe teve a sua origem no princípio do século XX, quando uma jovem norte-americana, Anna Jarvis, perdeu sua mãe e entrou em completa depressão. Preocupadas com aquele sofrimento, algumas amigas tiveram a idéia de perpetuar a memória da mãe de Annie com uma festa. Annie quis que a homenagem fosse estendida a todas as mães, vivas ou mortas. Em pouco tempo, a comemoração e conseqüentemente o Dia das Mães se alastrou por todos os Estados Unidos e, em 1914, sua data foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson: dia 9 de Maio.

DADOS HISTÓRICOS
A mais antiga comemoração dos dias das mães é mitológica. Na Grécia antiga, a entrada da primavera era festejada em honra de Réia, a Mãe dos deuses.
O próximo registro está no início do século XVII, quando a Inglaterra começou a dedicar o quarto domingo da Quaresma às mães das operárias inglesas. Nesse dia, as trabalhadoras tinham folga para ficar em casa com as mães. Era chamado de "Mothering Day", fato que deu origem ao "mothering cake", um bolo para as mães que tornaria o dia ainda mais festivo.
Nos Estados Unidos, as primeiras sugestões em prol da criação de uma data para a celebração das mães foi dada em 1872 pela escritora Julia Ward Howe, autora de O Hino de Batalha da República.
No Brasil, em 1932, o então presidente Getúlio Vargas oficializou a data no segundo domingo de maio. Em 1947, Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, determinou que essa data fizesse parte também no calendário oficial da Igreja Católica.
Em Portugal, o Dia das Mães é celebrado no primeiro domingo de Maio.
Em Israel o Dia da Mãe deixou de ser celebrado, passando a existir o Dia da Família em Fevereiro.

DATAS FIXAS
03 de Março – Geórgia
08 de Março – Albânia, Bulgária, Butão, Moldávia, Montenegro, Romênia, Rússia e Sérvia.
21 de Março – Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Síria.
07 de Abril – Grécia.
10 de Maio – Bahrein, Guatemala, Hong Kong, Índia, Malásia, México, Qatar e Singapura.
15 de Maio – Paraguai.
26 de Maio – Polônia.
27 de Maio – Bolívia, República Dominicana.
12 de Agosto – Tailândia (Aniversário da rainha Mom Rajawongse Sirikit).
15 de Agosto – Bélgica e Costa Rica (Dia de Atención De Maria).
08 de Dezembro – Panamá.

DIAS VARIÁVEIS NO MÊS
2º domingo de Fevereiro – Noruega
1º domingo de Maio – Angola, Cabo Verde, Espanha, Hungria, Lituânia, Moçambique e Portugal.
2º domingo de Maio – África do Sul, Alemanha, Austrália, Áustria, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Cuba, Dinamarca, Estônia, EUA, Finlândia, Formosa, Grécia, Itália, Japão, Nova Zelândia, Países Baixos, Peru, Suíça, Turquia e Venezuela.
Último domingo de Maio – França (Se coincide com Pentecostes, é transferido para o primeiro domingo de Junho) e Suécia.
3º domingo de Outubro – Argentina e Bielorrússia.
Início de Outubro – Índia.

DIAS VARIÁVEIS NO ANO
1º dia da Primavera – Líbano e Palestina.
2 semanas após o natal – Jugoslávia.


Semente Plantada Por:Dunaz ~A Gnomida

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Domingo, Maio 01, 2011

Dia do Trabalho

O Dia do Trabalhador é celebrado anualmente no dia 1º de Maio em numerosos países do mundo, sendo feriado no Brasil, em Portugal e em outros países.
O principal dia do trabalho
Em 1886, realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos da América.
Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA. No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns manifestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.
Três anos mais tarde, a 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objetivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.
Em 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países. Apesar de até hoje os estadunidenses se negarem a reconhecer essa data como sendo o Dia do Trabalhador, em 1890 a luta dos trabalhadores estadunidenses conseguiu que o Congresso aprovasse que a jornada de trabalho fosse reduzida de 16 para 8 horas diárias.

Dia do Trabalhador em Portugal
Em Portugal, só a partir de Maio de 1974 (o ano da revolução do 25 de Abril) é que se voltou a comemorar livremente o Primeiro de Maio e este passou a ser feriado. Durante a ditadura do Estado Novo, a comemoração deste dia era reprimida pela polícia. O Dia Mundial dos Trabalhadores é comemorado por todo o país, sobretudo com manifestações, comícios e festas de carácter reivindicativo, promovidas pela central sindical CGTP-Intersindical (Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses - Intersindical) nas principais cidades de Lisboa e Porto, assim como pela central sindical UGT (União Geral dos Trabalhadores). No Algarve, é costume a população fazer pic-nics e são organizadas algumas festas na região.

Dia do Trabalhador no Brasil
Até o início da Era Vargas (1930-1945) certos tipos de agremiação dos trabalhadores fabris eram bastante comuns, embora não constituísse um grupo político muito forte, dado a pouca industrialização do país. Esta movimentação operária tinha se caracterizado em um primeiro momento por possuir influências do anarquismo e mais tarde do comunismo, mas com a chegada de Getúlio Vargas ao poder, ela foi gradativamente dissolvida e os trabalhadores urbanos passaram a ser influenciados pelo que ficou conhecido como trabalhismo.
Até então, o Dia do Trabalhador era considerado por aqueles movimentos anteriores (anarquistas e comunistas) como um momento de protesto e crítica às estruturas sócio-econômicas do país. A propaganda trabalhista de Vargas, sutilmente, transforma um dia destinado a celebrar o trabalhador no Dia do Trabalhador. Tal mudança, aparentemente superficial, alterou profundamente as atividades realizadas pelos trabalhadores a cada ano, neste dia. Até então marcado por piquetes e passeatas, o Dia do Trabalhador passou a ser comemorado com festas populares, desfiles e celebrações similares. Atualmente, esta característica foi assimilada até mesmo pelo movimento sindical: tradicionalmente a Força Sindical (uma organização que congrega sindicatos de diversas áreas, ligada a partidos como o PDT) realiza grandes shows com nomes da música popular e sorteios de casa própria. Na maioria dos países industrializados, o 1º de maio é o Dia do Trabalho. Comemorada desde o final do século XIX, a data é uma homenagem aos oito líderes trabalhistas norte-americanos que morreram enforcados em Chicago (EUA), em 1886. Eles foram presos e julgados sumariamente por dirigirem manifestações que tiveram início justamente no dia 1º de maio daquele ano. No Brasil, a data é comemorada desde 1895 e virou feriado nacional em setembro de 1925 por um decreto do presidente Artur Bernardes.
Aponta-se que o caráter massificador do Dia do Trabalhador, no Brasil, se expressa especialmente pelo costume que os governos têm de anunciar neste dia o aumento anual do salário mínimo. Outro ponto muito importante atribuído ao dia do trabalhador foi a criação da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, em 01 de maio de 1943.

Dia do Trabalhador em Moçambique
Durante o período colonial (até 1975), os moçambicanos estavam proibidos de celebrar o 1º de Maio em virtude da natureza repressiva do regime colonial português. No entanto, houve manifestações de trabalhadores moçambicanos, em particular em Lourenço Marques (actual Maputo), contra o modo de relações laborais existente naquele período.
Após a Independência Nacional, o Dia do Trabalhador é celebrado anualmente, e com o passar dos anos, com as reformas políticas, económicas e sociais que o país sofreu a partir de finais da década de 80, registou-se um crescimento do movimento sindical em Moçambique. A primeira instituição sindical no país foi a Organização dos Trabalhadores Moçambicanos (OTM), que veio depois a impulsionar o surgimento de novos movimentos sindicais, cada vez mais específicos de acordo com os sectores de actividade.

Dia do Trabalhador no mundo
Alguns países celebram o Dia do Trabalhador em datas diferentes de 1 de Maio:
• Na Austrália, Canberra, Nova Gales do Sul, Sydney e na Austrália Meridional esta data de celebração varia de acordo com a região.
• Estados Unidos da América: Celebram o Labour Day na primeira segunda-feira de Setembro.

É isso aí =3


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Sopro Ao Vento...

Terça-feira, Abril 26, 2011

226º Aniversário de John James Audubon...

John James Audubon (26 de Abril 1785 – 27 de Janeiro 1851) foi um naturalista norte-americano de origem francesa, especializado na ilustração científica de aves. O seu trabalho mais conhecido The Birds of America (As Aves da América) alcançou, durante a sua vida, sucesso comercial e trouxe-lhe enorme popularidade junto do público. O prestígio científico alcançado pela obra valeu-lhe elogios rasgados dos seus pares e permitiu-lhe tornar-se o segundo americano (depois de Benjamin Franklin) a incluir a selecta Royal Society britânica para as ciências.

Primeiros Anos
Audubon nasceu em 1785 em Santo Domingo no Haiti como Jean-Jacques Fougère Audubon, filho de um capitão da marinha mercante francesa e de Mademoiselle Rabine, que morreu pouco tempo depois do seu nascimento. Quatro anos depois, o capitão regressou à França e apresentou o bastardo à família. Audubon foi criado pela mulher legítima do pai que o tratou como um filho, juntamente com a sua meia-irmã, também nascida fora do casamento. Em 1803 Audubon regressa às Américas, para fugir ao ingresso nos exércitos de Napoleão Bonaparte, e com a ajuda financeira do pai instala-se em Mill Grove, perto de Filadélfia, onde a família detinha algumas propriedades. Nestes primeiros anos, Audubon desenvolve o gosto pelo desenho de temas naturalistas, em particular das aves das suas redondezas. O seu interesse era também de ordem científica e a sua curiosidade levou-o a fazer as primeiras experiências conhecidas de anilhagem de aves migratórias, para ver que indivíduos regressavam ao mesmo local no ano seguinte.
Em Mill Cgrove, Audubon casou com Lucy Bakewell, filha de uns vizinhos, que lhe deu dois filhos Victor e John. Pouco tempo depois do casamento, a família muda-se para Louisville no Kentucky, onde por influência paterna Audubon era suposto dedicar-se a negócios comerciais. A experiência acabou por ser um fracasso, pois, por admissão do próprio em correspondência com amigos, a vida de empresário deixava-o deprimido. Após ter perdido quase todos os investimentos e estar à beira da bancarrota, Audubon percebeu que esta não era uma vida para si e decidiu dedicar-se ao seu projeto de vida: desenhar todas as aves da América do Norte.

As Aves da América
Em nome deste sonho, Audubon percorreu os Estados Unidos da América em busca das aves que pretendia desenhar, enquanto Lucy Bakewell suportava a família como professora. A sua insistência em procurar os seus modelos na Natureza, em vez de utilizar exemplares taxidermizados em museus era então uma abordagem totalmente nova da ilustração científica. Isto não significa, porém, que Audubon fosse um ecologista: ele fazia o seu trabalho de campo acompanhado de papel e material de desenho, mas também de uma espingarda que usava para matar as aves que pretendia ilustrar. Uma vez mortas, as aves eram repostas em posição de vida com arames e então desenhadas. (Nota da Sil: ODEIO ESSE CARA!!!)
Em 1826, Audubon tinha a maioria das suas estampas preparadas e começou a procurar uma editora para publicar a sua obra-prima, o livro The Birds of America. Audubon, no entanto, não encontrou nenhuma casa editorial em Nova York ou Filadélfia que quisesse arriscar o negócio, e decidiu procurar a sua sorte na Europa. Com o dinheiro poupado pela mulher, comprou uma passagem e rumou ao Velho Continente.
Audubon foi um sucesso quase imediato no Reino Unido, em parte devido à qualidade dos seus desenhos, em parte pelas suas qualidades de marketing. Para vender o The Birds of America, Audubon adotou uma aparência propositadamente exótica, deixando crescer o cabelo e aparecendo nos salões britânicos vestido de pioneiro americano, à maneira de David Crocket. As subscrições da obra não tardaram e Audubon pôde contratar uma litografia para imprimir as cerca de 200 cópias das 435 gravuras que compunham o The Birds of America. Cada uma foi vendida ao preço exorbitante de 1000 dólares americanos e entregues em volumes de 10 gravuras cada ao longo dos doze anos seguintes. O rei Jorge IV do Reino Unido foi um dos subscritores e entusiastas de Audubon, mas não foi o único. O Barão Georges Cuvier elogiou publicamente o trabalho de Audubon como um monumento à ornitologia e a Royal Academy convidou-o para se tornar membro.

O Sucesso
Audubon regressou às Américas em 1829, com os objetivos de encontrar mais subscritores da sua obra e de fazer mais viagens, a fim de completar as gravuras que lhe faltavam. Neste período, Audubou procurou popularizar a sua obra ao editar, em 1840, uma versão mais barata do livro The Birds of America, acessível também à classe média. O sucesso da Octavo Edition foi imediato e a primeira edição esgotou rapidamente as 1200 cópias impressas.
Com os seus méritos reconhecidos e situação financeira estabilizada, Audubon comprou uma propriedade perto do rio Hudson, mas não parou de trabalhar. O seu trabalho seguinte Viviparous Quadrupeds of North America, ocupou os seus últimos anos e foi elaborado em colaboração com os seus dois filhos, John e Victor. Audubon morreu em 1851 e este livro foi publicado postumamente em 1852.


Fim =3

Que vidinha curta, heim, meu filho o.o
Mas você matava pássaros! Não perdôo por isso ¬¬
Acha que seria legal alguém matar você só pra te desenhar e depois jogar a sua carcaça fora?????
Babaca u.ú

Enfim...

Se cuidem ^^
=*****


Semente Plantada Por:Dunaz ~A Gnomida

Sopro Ao Vento...

Terça-feira, Abril 19, 2011

Essa sou eu...

antes de dormir XD


Semente Plantada Por:Dunaz ~A Gnomida

Sopro Ao Vento...

Segunda-feira, Abril 18, 2011

129º Aniversário de Monteiro Lobato (e 38º do meu irmão XD)
SEM FOTO HOJE, GENTE... O BLOGGER NÃO QUER COLABORAR!!!! ¬¬******

José Bento Renato Monteiro Lobato (Taubaté, 18 de abril de 1882 – São Paulo, 4 de julho de 1948) foi um dos mais influentes escritores brasileiros do século XX. Foi um importante editor de livros inéditos e autor de importantes traduções. Seguido a seu precursor Figueiredo Pimentel ("Contos da Carochinha") da literatura infantil brasileira, ficou popularmente conhecido pelo conjunto educativo de sua obra de livros infantis, que constitui aproximadamente a metade da sua produção literária. A outra metade, consistindo de contos (geralmente sobre temas brasileiros), artigos, críticas, crônicas, prefácios, cartas, um livro sobre a importância do petróleo e do ferro, e um único romance, O Presidente Negro, o qual não alcançou a mesma popularidade que suas obras para crianças, que entre as mais famosas destaca-se Reinações de Narizinho (1931), Caçadas de Pedrinho (1933) e O Picapau Amarelo (1939).

Os Primeiros Anos
Criado em um sítio, Lobato foi alfabetizado pela mãe Olímpia Augusta Lobato e depois por um professor particular. Aos sete anos, entrou em um colégio. Nessa idade descobrira os livros de seu avô materno, o Visconde de Tremembé, dono de uma biblioteca imensa no interior da casa. Leu tudo o que havia para crianças em língua portuguesa. Nos primeiros anos de estudante já escrevia pequenos contos para os jornaizinhos das escolas que frequentou.
Em 1893, foi transferido para o Colégio São João Evangelista. Ao receber como herança antecipada uma bengala do pai, que trazia gravada no castão as iniciais J.B.M.L., mudou seu nome de José Renato para José Bento, a fim de utilizá-la. No ano seguinte, os pais o presentearam com uma calça comprida, que usou bastante envergonhado. Em dezembro de 1896 foi para São Paulo e, em janeiro de 1897, prestou exames das matérias estudadas na cidade natal, mas foi reprovado no curso preparatório e retornou a Taubaté.
Quando retornou ao Colégio Paulista, fez as suas primeiras incursões literárias como colaborador dos jornaizinhos "Pátria", "H2S" e "O Guarany", sob o pseudônimo de Josben e Nhô Dito. Passou a colecionar avidamente textos e recortes que o interessavam, e lia bastante. Em dezembro prestou novamente os exames para o curso preparatório e foi aprovado. Escreveu minuciosas cartas à família, descrevendo a cidade de São Paulo. Colaborou com "O Patriota" e "A Pátria". Então, se mudou de vez para São Paulo, e tornou-se estudante interno do Instituto Ciências e Letras.
No ano seguinte, a 13 de junho de 1898, perdeu o pai, José Bento Marcondes Lobato, vítima de congestão pulmonar. Decidiu, pela primeira vez, participar das sessões do Grêmio Literário Álvares de Azevedo do Instituto Ciências e Letras. Sua mãe, vítima de uma depressão profunda, veio a falecer no dia 22 de junho de 1899.
Tendo forte talento para o desenho, pois desde menino retrata a Fazenda Buquira, tornou-se desenhista e caricaturista(como fonte de renda) nessa época. Em busca de aproveitar as suas duas maiores paixões, decidiu ir para São Paulo após completar 17 anos.
Seu sonho era a Faculdade de Belas-Artes, mas, por imposição do avô, que o tinha como um sucessor na administração de seus negócios, acabou ingressando na Faculdade do Largo de São Francisco para cursar Direito. Mesmo assim seguiu colaborando em diversas publicações estudantis e fundou, com os colegas de sua turma, a "Arcádia Acadêmica", em cuja sessão inaugural fez um discurso intitulado: Ontem e Hoje. Lobato, a essas alturas, já era elogiado por todos como um comentarista original e dono de um senso fino e sutil, de um "espírito à francesa" e de um "humor inglês" imbatível, que carregou pela vida afora. Dois anos depois, foi eleito presidente da Arcádia Acadêmica, e colaborou com o jornal "Onze de Agosto", onde escreveu artigos sobre teatro. De tais estudos surgiu, em 1903, o grupo O Cenáculo, fundado junto com Ricardo Gonçalves, Cândido Negreiros, Godofredo Rangel, Raul de Freitas, Tito Lívio Brasil, Lino Moreira e José Antônio Nogueira.
Era anticonvencional por excelência, dizendo sempre o que pensava, agradasse ou não. Defendia a sua verdade com unhas e dentes, contra tudo e todos, quaisquer que fossem as consequências. Venceu um concurso de contos, sendo que o texto Gens Ennuyeux foi publicado no jornal "Onze de Agosto". (11/08).

O Advogado
Em 1904 diplomou-se bacharel em Direito e regressou a Taubaté. No ano seguinte fez planos de fundar uma fábrica de geléias, em sociedade com um amigo, mas passou a ocupar interinamente a promotoria de Taubaté e conheceu Maria Pureza da Natividade ("Purezinha"). Em maio de 1907 foi nomeado promotor público em Areias, e casou-se com Purezinha, a 28 de março de 1908. Exatamente um ano depois nasceu Marta, a primogênita do casal. Insatisfeito com a vida bucólica de Areias, planejou abrir um estabelecimento comercial de secos e molhados.
Em 1910 associou-se a um negócio de estradas de ferro e nasceu o seu segundo filho, Edgar. Viveu no interior e nas cidades pequenas da região, escrevendo paralelamente para jornais e revistas, como "Tribuna de Santos", "Gazeta de Notícias" do Rio de Janeiro e a revista Fon-Fon, para onde também mandava caricaturas e desenhos. Passou a traduzir artigos do Weekly Times para o jornal “O Estado de São Paulo”, e obras da literatura universal, também enviando artigos para um jornal de Caçapava. Contudo, era visível a sua insatisfação com a vida que levava e com os negócios que não prosperavam.
No ano seguinte, aos 29 anos, Lobato recebeu a notícia do falecimento de seu avô, o Visconde de Tremembé, tornando-se então herdeiro da Fazenda Buquira, para onde se mudou com toda a família. De promotor a fazendeiro, dedicou-se à modernização da lavoura e à criação. Com o lucro dos negócios, abriu um externato em Taubaté, que confiou aos cuidados de seu cunhado. Em 1912 nasceu Guilherme, o seu terceiro filho. Ainda insatisfeito, mas desta vez com a vida na fazenda, planejou explorar comercialmente o Viaduto do Chá, na cidade de São Paulo, em parceria com Ricardo Gonçalves.

A Fama
Em 12 de novembro de 1912, o jornal O Estado de São Paulo, na sua edição vespertina (O Estadinho), publicou o seu artigo Velha Praga. Era véspera de Natal quando o mesmo jornal publicou um conto daquele que mais tarde seria o seu primeiro livro, . Na Vila de Buquira, hoje município de Monteiro Lobato (São Paulo), nessa mesma época, envolveu-se com a política e logo a deixou de lado. Sua quarta e última filha, Rute, nasceu em fevereiro de 1916, quando iniciava colaboração na recém fundada Revista do Brasil. Era uma publicação nacionalista que agradou em cheio o gosto de Lobato.
Somente em 1914, como fazendeiro em Buquira, um fato definiria de vez a sua carreira literária: durante o inverno seco daquele ano, cansado de enfrentar as constantes queimadas praticadas pelos caboclos, o fazendeiro escreveu uma "indignação" intitulada Velha Praga, e a enviou para a seção Queixas e Reclamações do jornal O Estado de S. Paulo, edição da tarde, o "Estadinho". O jornal, percebendo o valor daquela carta, publicou-a fora da seção que era destinada aos leitores, no que acertou, pois a carta provocou polêmica e fez com que Lobato escrevesse outros artigos como, por exemplo, , dando vida a um de seus mais famosos personagens, o Jeca Tatu.
Jeca era um grande preguiçoso, totalmente diferente dos caipiras e índios idealizados pela literatura romântica de então. Seu aparecimento gerou uma enorme polêmica, em todo o país, pois o personagem era símbolo do atraso e da miséria que representava o campo no Brasil. Monteiro Lobato conheceu apenas o caipira caboclo, e generalizou o comportamento destes para todos os caipiras, causando então muita polêmica. Foi apoiado por Rui Barbosa e contraditado pelo especialista em caipiras, o folclorista Cornélio Pires, que explicou que Lobato só conheceu o caipira caboclo:
Coitado do meu patrício! Apesar dos governos os outros caipiras se vão endireitando à custa do próprio esforço, ignorantes de noções de higiene... Só ele, o caboclo, ficou mumbava, sujo e ruim! Ele não tem culpa... Ele nada sabe. Foi um desses indivíduos que Monteiro Lobato estudou, criando o Jeca Tatu, erradamente dado como representante do caipira em geral!

A partir daí, os fatos se sucederam: a geada, (sobre a qual deixou uma crônica), e as dificuldades financeiras levaram-no a vender a fazenda Buquira, em 1916, e a partir com a família para São Paulo, com o intuito de tornar-se um "escritor-jornalista". Fundou, em Caçapava, a revista "Paraíba", e organizou, para o jornal "O Estado de São Paulo", uma imensa e acalentada pesquisa sobre o saci. Lobato percorreu o interior de São Paulo, durante a Grande Geada de 1918, escrevendo um importante crônica a respeito, impressionado que ficou com a queima dos cafezais paulistas. Ainda em 1918, ano dos 4 Gs (Geada, Greve, I Guerra Mundial e Gripe espanhola), Lobato, escrevia no jornal "O Estado de S. Paulo", o mais importante jornal da capital, e, como todos os editorialistas acabaram pegando a gripe espanhola, vários editoriais do jornal daqueles dias, foram escritos unicamente por Lobato.
A Fazenda Buquira, a qual Lobato visitava na infância quando pertencia a seu avô, o Visconde de Tremembé, e onde Lobato viu a geada, conheceu o caipira caboclo, e teve inspiração para seus personagens e paisagens de seus livros (como a pequena cachoeira que inspirou o Reino das Águas Claras), é atualmente centro de visitação, sendo que a casa-sede da fazenda ainda se encontra em seu estado original, situada à margem da rodovia atualmente denominada "Estrada do Livro", que liga a cidade de Monteiro Lobato à Caçapava.
Em 20 de dezembro publicou Paranóia ou Mistificação, a famosa crítica desfavorável à exposição de pintura de Anita Malfatti, que culminaria como o estopim para a criação da Semana de Arte Moderna de 1922. Muitos passaram a ver Lobato como reacionário, inclusive os modernistas, mas hoje, após tantos anos, percebe-se que o que Lobato criticava eram os "ismos" que vinham da Europa: cubismo, futurismo, dadaísmo, surrealismo, que ele achava que eram "colonialismos", "europeizações", assim como ocorrera com os acadêmicos das gerações anteriores.
Ele era a favor de uma arte devidamente brasileira, autóctone, criada aqui. Por isso criticou Anita Malfatti, embora admitisse que ela fosse talentosa. Isso tudo gerou o estranhamento entre ele e os modernistas, mas, no fundo, todos eles tinham razão, apenas viam as coisas de ângulos diferentes. Mesmo assim Oswald de Andrade continuou a ser um profundo admirador de Lobato: quando ocorrera a Semana de Arte Moderna, as provas de Urupês ficaram dois dias em cima do sofá da garçonière onde Andrade se encontrava com os amigos.

O EDITOR E O ESCRITOR
O editor

Em 1918, Lobato comprou a Revista do Brasil e passou a dar espaço para novos talentos, ao lado de pessoas famosas. Tornou-se, dessa forma, um intelectual engajado na causa do nacionalismo, a qual dedicou uma preocupação fundamental, tanto na ficção quanto no ensaio e no panfleto. Crítico de costumes, no qual não faltava a nota do sarcasmo e da caricatura, de sua obra elevou-se largo sopro de humanidade e brasileirismo. Em suas mãos, a Revista do Brasil prosperou e ele pôde montar uma empresa editorial, sempre dando espaço para os novatos e divulgando obras de artistas modernistas.
Lobato também foi precursor de algumas idéias muito interessantes no campo editorial. Ele dizia que “livro é sobremesa: tem que ser posto debaixo do nariz do freguês". Com isso em mente, passou a tratar os livros como produtos de consumo, com capas coloridas e atraentes, e uma produção gráfica impecável. Criou também uma política de distribuição, novidade na época: vendedores autônomos e distribuidores espalhados por todo o país. Logo fundou a editora Monteiro Lobato & Cia., depois chamada Companhia Editora Nacional, com a obra “O Problema Vital”, um conjunto de artigos sobre a saúde pública, seguido pela tese “O Saci Pererê: Resultado de um Inquérito”. Privilegiava a edição de autores estreantes como a senhora Leandro Dupré, com o sucesso "Éramos Seis". Traduziu também muitos livros e editou obras importantes e polêmicas como "A Luta pelo Petróleo", de Essad Bey, para o qual fez uma introdução tratando da questão do petróleo no Brasil.
Em julho de 1918, dois meses depois da compra, publicou em forma de livro Urupês, com retumbante sucesso e alcançando grande repercussão ao dividir o país sobre a veracidade da figura do caipira, fiel para alguns, exagerada para outros. O livro chamou a atenção de Rui Barbosa que, num discurso, em 1919, durante a sua campanha eleitoral, reacendeu a polêmica ao citar Jeca Tatu como um "protótipo do camponês brasileiro, abandonado à miséria pelos poderes públicos". A popularidade fez com que Lobato publicasse, nesse mesmo ano, Cidades Mortas e Idéias de Jeca Tatu.
Em 1920, o conto Os Faroleiros serviu de argumento para um filme dirigido pelos cineastas Antônio Leite e Miguel Milani. Meses depois, publicou Negrinha e A Menina do Narizinho Arrebitado, sua primeira obra infantil, e que deu origem a Lúcia, mais conhecida como a Narizinho do Sítio do Picapau Amarelo. O livro foi lançado em dezembro de 1920 visando aproveitar a época de Natal. A capa e os desenhos eram de Lemmo Lemmi, um famoso ilustrador da época.
Em janeiro de 1921, os anúncios na imprensa noticiaram a distribuição de exemplares gratuitos de A Menina do Narizinho Arrebitado nas escolas, num total de 500 doações, tornando-se um fato inédito na indústria editorial. Fora atendendo um pedido do presidente de São Paulo, Dr. Washington Luís que Lobato era admirador, que fizera o livro. O sucesso entre as crianças gerou continuações: Fábulas de Narizinho (1921), O Saci (1921), O Marquês de Rabicó (1922), A Caçada da Onça (1924), O Noivado de Narizinho (1924), Jeca Tatuzinho (1924) e O Garimpeiro do Rio das Garça (1924), entre outros.
Tais novidades repercutiram em altas tiragens dos livros que editava, a ponto de dedicar-se à editora em tempo integral, entregando a direção da Revista do Brasil a Paulo Prado e Sérgio Millet. A demanda pelos livros era tão grande que ele importou mais máquinas dos Estados Unidos e da Europa para aumentar seu parque gráfico. Porém, uma grave seca cortou o fornecimento de energia elétrica, e a gráfica só podia funcionar dois dias por semana. Por fim, o presidente Artur Bernardes desvalorizou a moeda e suspendeu o redesconto de títulos pelo Banco do Brasil, gerando um enorme rombo financeiro e muitas dívidas ao escritor.
Lobato só teve uma escolha: entrou com pedido de falência em julho de 1925. Mesmo assim não significou o fim de seu projeto editorial. Ele já se preparava para abrir outra empresa, a Companhia Editora Nacional, em sociedade com Octalles Marcondes e, em vista disso, transferiu-se para o Rio de Janeiro.
Os "produtos" dessa nova editora abrangiam uma variedade de títulos, inclusive traduções de Hans Staden e Jean de Léry. Além disso, os livros garantiam o "selo de qualidade" de Monteiro Lobato, tendo projetos gráficos muito bons e com enorme sucesso de público.
A partir daí, Lobato continuou escrevendo livros infantis de sucesso, especialmente com Narizinho e outros personagens, como Dona Benta, Pedrinho, Tia Nastácia, o boneco de sabugo de milho Visconde de Sabugosa e Emília, a boneca de pano.
Além disso, por não gostar muito das traduções dos livros europeus para crianças, e sendo um nacionalista convicto, criou aventuras com personagens bem ligados à cultura brasileira, recuperando inclusive costumes da roça e lendas do folclore.
Mas não parou por aí. Ele pegou essa mistura de personagens brasileiros e os enriqueceu, '"misturando-os" a personagens da literatura universal, da mitologia grega, dos quadrinhos e do cinema. Também foi pioneiro na literatura para didática, ensinando história, geografia e matemática, de forma divertida.

Em Nova York
Em 1926, Lobato concorreu a uma vaga na Academia Brasileira de Letras, mas acabou derrotado. Era a segunda vez que isso acontecia. Na primeira vez, em 1921, iria concorrer à vaga de Pedro Lessa, mas desistiu antes da eleição, por não querer fazer as visitas de praxe aos acadêmicos para pedir seus votos. Desta vez, estava concorrendo à vaga do renomado jurista João Luís Alves. Na primeira, recebera um voto no terceiro escrutínio, e, na segunda, dois votos no quarto. Em artigo à imprensa, Múcio Leão chegou a afirmar que esse "escritor de talento fora duas vezes repelido". No mesmo ano saíram em folhetim os livros O Presidente Negro (1926) e "How Henry Ford is Regarded in Brazil (1926).
Depois, enviou uma carta ao recém empossado Washington Luís, onde defendeu os interesses da indústria editorial. O presidente, reconhecendo nele um representante promissor dos interesses culturais do país, nomeou-o adido comercial nos Estados Unidos, em 1927. Lobato escreve confirmando a tese de Washington Luís de que "Governar é abrir Estradas", as quais Lobato atribui o progresso dos Estados Unidos. Lobato ficara impressionado com a quantidade e qualidade das estradas norte americanas. Monteiro Lobato mudou-se para Nova York e deixou a Companhia sob a direção de seu sócio, Octalles Marcondes Ferreira. Entusiasmado com o progresso material que viu nos Estados Unidos, passou a acompanhar todas as inovações tecnológicas estadunidenses e fez de tudo para convencer o governo brasileiro a propiciar a criação de atividades semelhantes no Brasil. Com interesses voltados no que diz respeito às questões de petróleo e ferro, planejou a fundação da Tupy Publishing Company.
Em Nova York escreveu Mr. Slang e o Brasil (1927), As Aventuras de Hans Staden (1927), Aventuras do Príncipe (1928), O Gato Félix (1928), A Cara de Coruja (1928), O Circo de Escavalinho (1929) e A Pena de Papagaio (1930). As obras infantis que datam dessa época foram publicadas no Brasil e reunidas num único volume, intitulado Reinações de Narizinho (1931).
Foi para Detroit no ano seguinte e, em visita à Ford e a General Motors, organizou uma empresa brasileira para produzir aço pelo processo Smith. Com isso, jogou na Bolsa de Valores de Nova York e perdeu tudo o que tinha com a crise de 1929. Para cobrir suas perdas com a quebra da Bolsa, Lobato vendeu suas ações da Companhia Editora Nacional em 1930. Voltou para São Paulo em 1931 e passou a defender que o "tripé" para o progresso brasileiro seria o ferro, o petróleo e as estradas para escoar os produtos.
Entusiasmado com Washington Luís e com seu candidato a presidente, em 1930, o Dr. Júlio Prestes, que, como presidente de São Paulo, realizara explorações de petróleo em território paulista, Lobato dá apoio irrestrito ao candidato Júlio Prestes nas eleições de 1930.
Em 28 de agosto de 1929, em carta ao dr. Júlio Prestes, Monteiro Lobato transmite-lhe votos pela "vitória na campanha em perspectiva", afirmando que:
“Sua política na presidência significará o que de mais precisa o Brasil: continuidade administrativa!”
Com a deposição de Washington Luís e o impedimento da posse de Júlio Prestes, começa a antipatia de Lobato por Getúlio Vargas e seu infortúnio.


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Segunda-feira, Abril 18, 2011

CONTINUAÇÃO
O Petróleo

Após implantar a Companhia Petróleos do Brasil, e graças à grande facilidade com que foram subscritas suas ações, Monteiro Lobato fundou várias empresas para fazer perfuração de petróleo, como a Companhia Petróleo Nacional, a Companhia Petrolífera Brasileira e a Companhia de Petróleo Cruzeiro do Sul, e a maior de todas (fundada em julho de 1938) a Companhia Mato-grossense de Petróleo, que visava perfurar próximo da fronteira com a Bolívia, país vizinho que já havia encontrado petróleo em seu território. Com isso Lobato prejudicou os interesses de gente muito importante na política brasileira, e de grandes empresas estrangeiras. Começava a luta que o deixou pobre, doente e desgostoso. Havia interesse oficial em se dizer que no Brasil não havia petróleo. Tendo-os como adversários, passou a enfrentá-los publicamente.
Por alguns anos, seu tempo foi dedicado integralmente à campanha do petróleo, e a sua sobrevivência garantiu-se pela publicação de histórias infantis e da tradução magistral de livros estrangeiros, como O Livro da Selva, de Rudyard Kipling (1933), O Doutor Negro, de Arthur Conan Doyle (1934), Caninos Brancos (1933) e A Filha da Neve (1934), ambos de Jack London, entre outros. Teimava em dizer que era preciso explorar o petróleo nacional para dar ao povo um padrão de vida à altura de suas necessidades. Tentou, sem êxito, organizar uma companhia petrolífera mediante subscrições populares.
Muitas dificuldades apareceram e, mesmo assim, sua produção literária manteve-se e chegou ao ápice. Em América (1932) publicou as suas primeiras impressões sobre a luta na qual se engajara. Em seguida vieram História do Mundo para Crianças (1933), Na Antevéspera e Emília no País da Gramática (1934), na qual defendia uma gramática normativa revisada. Meses depois, seu livro História do Mundo Para Crianças sofreu crítica, censura e perseguição da Igreja Católica. O padre Sales Brasil escreveu um libelo contra Lobato chamado "A literatura infantil de Monteiro Lobato ou comunismo para crianças".
Aceitou o convite para ingressar na Academia Paulista de Letras e, com isso, apresentou um dossiê de sua campanha em prol do petróleo, O Escândalo do Petróleo (1936), no qual acusava o governo de "não perfurar e não deixar que se perfure". O livro esgotou várias edições em menos de um mês. Aturdido, o governo de Getúlio Vargas proibiu e mandou recolher todas as edições. Em seguida, morreu Heitor de Moraes, seu correspondente e grande amigo.
Com isso, criou a União Jornalística Brasileira, uma empresa destinada a redigir e distribuir notícias pelos jornais. Em fevereiro de 1939 morreu Guilherme, seu terceiro filho. Abalado, Monteiro Lobato enviou uma carta ao ministro de Agricultura, que precipitara a abertura de um inquérito sobre o petróleo. Recebeu convite de Getúlio Vargas para dirigir um ministério de Propaganda, mas Lobato recusou. Numa outra carta ao presidente, fez severas críticas à política brasileira de minérios . O teor da carta foi tido como subversivo e desrespeitoso e isso fez com que fosse detido pelo Estado Novo, acusado de tentar desmoralizar o Conselho Nacional do Petróleo, ironicamente presidido à época pelo general Horta Barbosa que foi o responsável por colocar Lobato atrás das grades do Presídio Tiradentes e que, abraçando as idéias de Lobato, se tornaria em 1947 um dos maiores líderes da nacionalista Campanha do Petróleo. Lobato foi condenado a seis meses de prisão, e permaneceu encarcerado de março a junho de 1941.
Uma campanha promovida por intelectuais e amigos conseguiu fazer com que Getúlio Vargas concedesse o indulto que o libertaria, reduzindo a pena de seis para três meses na prisão. Apesar disso, Lobato continuou sendo perseguido e o governo fazia de tudo para abafar suas idéias. Foi então que passou a denunciar as torturas e maus tratos praticados pela polícia do Estado Novo.
Curiosamente o petróleo no Brasil seria encontrado, por uma ironia da história, em um local chamado Lobato (Salvador), em 1939, e, justamente pelo então ministro da agricultura Dr. Fernando de Souza Costa, que fora justamente o secretário da agricultura do Dr. Júlio Prestes, que, na década de 1920, procurara petróleo em São Paulo.

O fim
Mesmo em liberdade, Monteiro Lobato não teve mais tranqüilidade, e seu filho mais velho, Edgar, morreu em fevereiro de 1942, exatamente três anos depois do falecimento de Guilherme.
Em 1943 foi fundada a Editora Brasiliense por Caio Prado Júnior, que negociou com Lobato a publicação de suas obras completas. Logo em seguida, por ironia do destino, recusou a indicação para a Academia Brasileira de Letras. Entretanto integrou a delegação paulista do I Congresso Brasileiro de Escritores reunidos em São Paulo, que divulgou, no encerramento, uma declaração de princípios exigindo legalidade democrática como garantia da completa liberdade de expressão do pensamento e redemocratização plena do país.
Suas companhias foram liquidadas e a censura da ditadura faz com que Lobato se aproximasse dos comunistas, chegando a receber convite do Partido Comunista para integrar a bancada de candidatos. Foi na prisão, no Estado Novo, que Lobato fez seus primeiros contatos com os comunistas. Recusou o convite para entrar na vida pública, mas enviou uma nota de saudação que foi lida por Luís Carlos Prestes num grande comício realizado em 1945, no estádio do Pacaembu. Meses depois foi publicado Nasino, edição italiana de Narizinho, ilustrada por Vincenzo Nicoletti. Em maio A Menina do Narizinho Arrebitado foi transformada em radionovela para crianças pela Rádio Globo no Rio de Janeiro.
Tornou-se diretor do Instituto Cultural Brasil-URSS, mas foi obrigado a se afastar do cargo em setembro de 1945, quando foi levado para ser operado às pressas de um cisto no pulmão. A entrevista que concedeu ao Diário de São Paulo causou grande repercussão e, em 1946, muda-se para Buenos Aires, na Argentina, "atraído pelos belos e gordos bifes, pelo magnífico pão branco e fugindo da escassez que assolava o Brasil", conforme declarou à imprensa. Antes de partir, tornou-se sócio da Editora Brasiliense a convite de Caio Prado Júnior que, na sua editora, preparava as Obras Completas já traduzidas para o espanhol e editadas na Argentina. Em outubro fundou a Editorial Acteon, com Manuel Barreiro, Miguel Pilato e Ramón Prieto. As obras de Lobato caem em domínio público em 2018.
Voltou em 1947 por não se ambientar ao clima local e, em entrevista aos repórteres que o aguardavam no aeroporto, classificou o governo de Eurico Gaspar Dutra de "Estado Novíssimo, no qual a constituição seria pendurada (suspensa) num ganchinho no quarto dos badulaques". Dessa indignação surgiu o seu último livro Zé Brasil, publicado pela Editorial Vitória, em que Lobato mais uma vez reelaborava o seu personagem Jeca Tatu, transformando-o em trabalhador sem-terra e esmagado pelo latifúndio. Diante da proibição das atividades do Partido Comunista em todo o país, determinada pelo ministro da Justiça, escreveu A Parábola do Rei Vesgo para um comício de protesto, lido e aclamado pela multidão reunida no Vale do Anhangabaú, na noite de 18 de junho. O texto refletia o desencanto de Lobato com a democracia restritiva do general Dutra. Em dezembro foi a Salvador assistir a opereta Narizinho Arrebitado. Lobato escreveria novo libreto para o espetáculo, considerado a sua última criação infantil. Publicou O Problema Econômico de Cuba, também a sua última tradução.
Em abril de 1948 sofreu um primeiro espasmo vascular que afetou a sua motricidade. Mesmo assim, afiliou-se à revista Fundamentos e publicou os folhetos De Quem É o Petróleo na Bahia e Georgismo e Comunismo.
Dois dias após conceder a Murilo Antunes Alves, da Rádio Record, a sua última entrevista, na qual defendeu a Campanha de O Petróleo é Nosso, Monteiro Lobato sofreu um segundo espasmo cerebral e faleceu às 4 horas da madrugada, no dia 4 de julho de 1948, aos 66 anos de idade. Sob forte comoção nacional, seu corpo foi velado na Biblioteca Municipal de São Paulo e o sepultamento realizado no Cemitério da Consolação.
O Repórter Esso, na voz de Heron Domingues, assim anunciou sua morte, depois de um pequeno silêncio:
...E agora uma notícia que entristece a todos: Acaba de falecer o grande escritor patrício Monteiro Lobato!
Sua vida e sua obra ainda hoje servem de inspiração e exemplo para milhares de crianças, jovens e adultos do Brasil.

Disputa
Em 1996, os herdeiros de Monteiro Lobato tomaram a iniciativa de sugerir à Editora Brasiliense, até então detentora única das obras (conforme acordo assinado entre Lobato e Caio Prado Júnior em 1945) a reformulação dos livros e da coleção infantil, a fim de que apresentassem um aspecto moderno com relação a ilustrações coloridas e nova paginação.
Essas tentativas continuaram em 1997 e fracassaram, simplesmente porque a editora não efetuou o investimento necessário, continuando a publicar os livros com ilustrações em branco e preto como fazia há décadas e continuou a fazer. Com isso, desde 1998, a obra de Monteiro Lobato virou centro de uma polêmica entre a Brasiliense e os herdeiros, que a acusam de negligenciar a obra. Há o desejo de uma divulgação maior e edições melhores. Entre os editores há o desejo de reciclar o texto dos livros.
São várias as ações movidas pelos herdeiros contra a Brasiliense, como contrato de cessão a terceiros (no caso à Editora Saraiva) e a publicação de um livro falsamente atribuído a Monteiro Lobato, que a editora intitulou Contos Escolhidos, sem autorização da família. Por outro lado, a Brasiliense alega ter um contrato ad infinitum assinado por Monteiro Lobato quando vivo.
Em setembro de 2007, por meio de acordo com os herdeiros, o STJ estabeleceu a rescisão contratual definitiva e concedeu à Editora Globo os direitos exclusivos sobre a obra de Monteiro Lobato, até 2018, ano em que o legado do autor deverá entrar em domínio público, pois se passarão 70 anos de sua morte.

OBRA
Livros infantis

O livro que lançou Lobato foi "A Menina do Narizinho Arrebitado", em 1920, nunca reeditado, exceto em uma pequena edição fac simile em 1981, e hoje considerada uma obra rara tanto a primeira edição quanto a edição fac simile. A maioria das histórias de seus livros infantis se passava no Sítio do Picapau Amarelo, um sítio no interior do Brasil, tendo como uma das personagens a senhora dona da fazenda Dona Benta, seus netos Narizinho e Pedrinho e a empregada Tia Nastácia. Esses personagens foram complementados por entidades criadas ou animadas pela imaginação das crianças na história: a boneca irreverente Emília e o aristocrático boneco de sabugo de milho Visconde de Sabugosa, a vaca Mocha, o burro Conselheiro, o porco Rabicó e o rinoceronte Quindim. No entanto, as aventuras, na maioria, se passam em outros lugares: ou num mundo de fantasia inventados pelas crianças, ou em histórias contadas por Dona Benta no começo da noite. Esses três universos são interligados para a histórias e lendas contadas pela avó naturalmente se tornarem cenário para o faz-de-conta, incrementado pelo dia-a-dia dos acontecimentos no sítio.

Influências
Lobato ostensivamente revelava, em seus livros, as influências que recebeu diretamente dos autores de obras infantis, desde os fabulistas clássicos, como Esopo e La Fontaine, aos personagens dos desenhos animados que então surgiam nas telas do cinema, como Popeye e sua trupe, o Gato Félix e outros.
As crianças do Sítio visitavam e eram visitados por todas personagens do imaginário literário, e Peter Pan convivia ao lado de figuras folclóricas, como o Saci, tudo isto permeado pela forte presença de uma característica então comum no meio rural: a tradição oral de "contar histórias" - e quase sempre é assim que Tia Nastácia e Dona Benta introduzem aos leitores, os novos assuntos que dão mote aos livros do autor.
Dentre os clássico explicitamente citados por Lobato, encontram-se Lewis Carroll, Carlo Collodi (criador do Pinóquio) e J. M. Barrie, além de outros que, presume-se, tenham-no influenciado diretamente, dadas as semelhanças, como L. Frank Baum (de O Mágico de Oz) e Wilhelm Busch.

O Sítio na Televisão
Os livros infantis de Monteiro Lobato foram transformados em cinco séries de televisão de bastante sucesso. A primeira delas, na TV Tupi de São Paulo, foi exibida de 3 de junho de 1952 a 1962, ao vivo, pois não havia ainda o videotape. Foi adaptada pela escritora Tatiana Belinky, sendo a mais fiel ao original de todas as adaptações para a televisão. Nada restando desse programa, exceto algumas fotos, pois seus episódios não eram gravados. Em 1957, a TV Tupi do Rio de Janeiro também transmitiu um Programa Sítio do Pica-Pau Amarelo, diferente do programa paulista, pois não havia, na época, transmissão em rede nacional, nem transmissão de imagens via tronco de micro-ondas da Embratel. Participaram do Sítio no Rio de Janeiro: Cláudio Cavalcanti e Daniel Filho.
A segunda série foi ao ar pela TV Cultura de São Paulo, em 1964. A terceira, pela Rede Bandeirantes, em 12 de dezembro de 1967. A quarta série, exibida na Rede Globo, de 7 de março de 1977 a 31 de janeiro de 1986, é considerada como a de maior repercussão e sucesso. Também na Rede Globo, foi ao ar de 12 de outubro de 2001 até 2 de Dezembro de 2007, a quinta série chamada Sítio do Picapau Amarelo.
Ambas as séries da Globo misturam histórias originais de Monteiro Lobato com textos inspirados em temas atuais.

UFA!!!!!!!!
x.x
Quanta coisa, Tio Lobato... Assim meus leitores fogem de mim... é uma pena .-.

Bom, é isso. Feliz aniversário pro meu irmão e pro Monteiro Lobato =3

Se cuidem!!
=***


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Segunda-feira, Abril 18, 2011

Meu Fim De Semana Foi Perfeito!!!! =3

Sábado eu fui trabalhar, o jornal saiu perfeitamente perfeito, meu nome foi ao ar de um jeito fofo e depois que eu saí da TV fui ajudar a minha mãe no Lar dos Velhinhos Nossa Senhora das Graças. Há mais ou menos um mês (eu acho o.o) minha mãe planejou e correu atrás de ajuda para fazer uma festinha de páscoa para os residentes... Eram 90 velhinhos e nós conseguimos arrecadar 130 caixas de bombom (entre Garoto, Lacta e Nestlé) e pouco mais de R$500,00, bolões de fubá cobertos com chocolate e salgadinhos... com o dinheiro compramos mais uns salgadinhos (desses clássicos “salgadinhos de sal” que comemos quando criança =3) e ainda sobrou dinheiro e chocolate. Agora vamos fazer uma festinha na Casa Transitória.
Entrei e saí do Lar chorando... (Aliás, foi o FDS para chorar, heiim...)
Sei lá, ando emotiva e passar por aquele corredor foi meio chocante...
Mas foi bom fazer aquilo. (E foi bom ouvir de uma senhora – umas mil vezes – que eu era linda... Ela já estava meio senil, mas eu gostei do mesmo jeito.)
Cara, que vontade de abraçar a minha mãe T___T...

No caminho de casa, passamos na frente de uma locadora. Daí eu pedi pra minha mãe dar a volta no quarteirão porque eu queria alugar um filme... Minha mãe ia me esperar no carro, mas deu que foi atrás de mim... estava muito calor para ficar derretendo dentro de um carro que ficou 2 horas ao sol... x.x
Não tinha o filme que eu queria, então pegamos 5 filmes XD
Assisti “Vampiros que Se Mordam” (EU RI MUITO nesse filme XD... Achei bom, Tipo, eu escreveria um roteiro melhor, CLARO, mas eu gostei! As piadas eram boas e algumas, eu até ouso dizer inteligente...), “XXXXX” (Não vou dizer o nome desse filme para não ser cuspida...), “A Esposa do Viajante do Tempo” (gostei MUITO desse filme e me fez pensar em duas coisas: “PÔ, O CARA VIVE PRA SEMPRE!!!” e “A minha teoria de que as coisas acontecem pelo menos três vezes está para ser analisada friamente.”), minha mãe pegou “Uma Prova de Amor” (o da menininha com leucemia – E EU CHOREI PRA CARALHO!!!!!!) e “Gabriel, a vingança do Anjo”... Assisti os dois primeiros ontem e os dois seguintes hoje. Amanhã eu assisto o último XD....
Ontem e hoje eu aproveitei para arrumar os meus dois quartos. Dei uma boa arrumada ^^ (Nossa, acho que eu arrumei bastante mesmo XD Até encontrei uma coisa que eu tava procurando há muito tempo... “Quem procura, acha” que nada... o negócio é desistir de procurar que a bagaça aparece sozinha na sua mão ahuhaua XD. E era uma coisa importante pra mim. Um presente que eu ganhei de uma amiga muito querida... Faz tempo que eu não a vejo .-. saudades dela...)
Vejamos
Minha mãe estava com uma vontade ALUCINANTE de comer pão de mel, então eu fiz para ela numa fôrma retangular, de bolo comum, sabe? Não recheei e cobri com chocolate. Ficou muito bom, e eu TINHA de estrear as minhas fôrmas de corte XD
Cortei um pão de mel no formato de um homenzinho ahuahua XD ficou bonitinho... fez uma sujeeeeeeira XD Mas matou a vontade da minha mãe haiuahau XD
Eu já fiz pães de mel melhores... esse ficou muito “bololô”.. sei lá... Acho que era o meu humor .-. Não era dos melhores, mas COM CERTEZA MASTER E ABSOLUTA, melhor que ultimamente... eu até conversei com o meu irmão...
Ando deprimida... só sei disso...
Daí fiquei escrevendo e criando o cenário de uma das minhas (mil) histórias ^^ Estou empacada num ponto que eu não consigo sair x.x Porcaria! ¬¬*
Enfim...
É isso =3
Infelizmente ainda não consegui postar sobre o Chaplin. VOU postar, e com certeza será na data “original” Oks?

Ok, gente. Eu me vou. Estou cansada e amanhã eu trabalho =3
Se cuidem ^^ Amo vocês.
=*********

***NO FATO***
Uma Sil mais alegre que teve um FDS perfeito!!! =3

***NA FOTO&***
Um pedaço do mapa de [i]Rhapsody ~ A Musical Adventure[/i]. Fiquei procurando imagem disso ontem por um tempão, e acabou que só consegui achar 2 pedacinhos... .-. Como essa história (que eu mencionei há pouco) foi "baseaaaaada" nesse jogo, quero dar uma estudada no mapa dele =3 Mas não acho imagens no Tio Google .-.
Triste...

Mas feliz por causa do meu FDS perfeito =3

Se cuidem ^^
Amo vocês
=****************


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Quarta-feira, Abril 13, 2011


...
Ou não...


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Terça-feira, Abril 12, 2011

“50º Aniversário da Primeira Viagem do Homem ao Espaço.”

GALERA, SEM FOTINHO HOJE, OKS??? AMO VOCÊS!


E a Tia Wiky diz:
:
Iuri Alekseievitch Gagarin (Kluchino, 9 de março de 1934 — Kirjatch, 27 de março de 1968) foi um cosmonauta soviético e o primeiro homem a viajar pelo espaço, em 12 de abril de 1961, a bordo da Vostok I, uma nave que pesava 4 725 quilos.

PRIMEIROS ANOS
Iuri Gagarin nasceu na localidade de Kluchino - numa região a oeste de Moscou, Rússia, parte da então União Soviética. Seus pais, Aleksei Ivanovitch Gagarin e Anna Timofeievna Gagarina, trabalhavam numa kolkhoz (fazenda coletiva). Os trabalhadores manuais eram descritos nos relatórios oficiais como "camponeses", o que indica que isto pode ser uma simplificação no caso de seus pais - a mãe dele teria sido uma leitora voraz, e seu pai um hábil carpinteiro. Gagarin foi o terceiro de quatro filhos e sua irmã mais velha ajudou a criá-lo, enquanto seus pais trabalhavam. Como milhões de pessoas na União Soviética, a família Gagarin sofreu durante a ocupação nazista na Segunda Guerra Mundial. Seus dois irmãos mais velhos foram deportados para a Alemanha Nazi em 1943, onde foram empregados como OST-Arbeiter's (escravos) e não voltaram até depois da guerra. Quando jovem, Gagarin passou a interessar-se pelo espaço e planetas e começou a sonhar com sua turnê de espaço que um dia se tornaria uma realidade. Gagarin foi descrito por seus professores em Liubertsi, cidade-satélite de Moscou, como inteligente e trabalhador, e por vezes malicioso. Seu professor de matemática e ciência tinha servido na Força Aérea Soviética durante a guerra, o que provavelmente foi uma substancial influência para o jovem Gagarin.
Depois de iniciar um estágio em uma metalúrgica como fundidor, Gagarin foi selecionado para o ensino secundário técnico em Saratov. Enquanto isso, ele se juntou ao "AeroClub", e aprendeu a pilotar um avião leve, um passatempo que assumiria uma proporção crescente de seu tempo. Em 1955, após concluir a sua formação técnica, ele entrou para treinamento de vôo militar na Escola de Pilotos de Orenburg. Lá, ele conheceu Valentina Goryacheva, com quem se casou em 1957, após ganhar suas asas de piloto em uma MiG-15. Após formado, foi enviado à base aérea de Luostari em Murmansk Oblast, perto da fronteira norueguesa, onde o tempo terrível tornava os vôos arriscados. Ele se tornou tenente da Força Aérea Soviética em 5 de novembro de 1957 e em 6 de novembro de 1959 recebeu a patente de tenente sênior.

CARREIRA NO PROGRAMA ESPACIAL SOVIÉTICO
Em 1960, Gagarin foi um dos 20 pilotos selecionados, após difíceis processos de seleção física e psicológica, para o programa espacial soviético, e acabou por ser escolhido para ser o primeiro a ir ao espaço, pela sua excelente performance nos treinos, sua origem camponesa – que contava pontos no sistema comunista - sua personalidade magnética e esfuziante, e principalmente devido às suas características físicas – ele tinha 1,57 m de altura – já que a nave programada para a viagem pioneira em órbita, a Vostok, tinha um espaço mínimo para o piloto.

PRIMEIRO HOMEM NO ESPAÇO
Em 12 de abril de 1961, aos 27 anos de idade, Iuri Gagarin tornou-se o primeiro ser humano a ir ao espaço, a bordo da nave Vostok 1, na qual deu uma volta completa em órbita ao redor do planeta e proferiu a famosa frase “A Terra é azul”. Esteve em órbita durante 108 minutos.
Os cientistas russos terão calculado erradamente (por duas vezes) a trajetória de aterragem da nave, pelo que a cápsula espacial de Gagarin aterrou a mais de 320 quilômetros do local inicialmente previsto, causando a que no momento da aterragem não estivesse ninguém à sua espera.
Os soviéticos declararam que Gagarin aterrou no interior da cápsula espacial, quando a realidade viu o astronauta a utilizar um pára-quedas na sua aterragem.
Promovido de tenente a major enquanto ainda estava em órbita, foi com esta patente que a Agência Tass soviética anunciou este espetacular feito ao mundo, que assim tomava conhecimento de que entrava numa nova era, a Era Espacial, a partir daquele momento. Após o feito, Gagarin tornou-se instantaneamente uma celebridade soviética e mundial e passou a viajar pelo mundo promovendo a tecnologia espacial do seu país, sendo recebido como herói por reis, rainhas, presidentes e multidões por onde passava. No Brasil, foi recebido e condecorado pelo então presidente Jânio Quadros com a Ordem do Cruzeiro do Sul.
A fama e a popularidade começaram a afetar a personalidade de Gagarin, que se viu bastante afeito à fama, e passou a beber constantemente tendo seu casamento afetado por causa disso, chegando a se ferir num acidente causado pela bebida na Criméia, em companhia de uma jovem enfermeira, em outubro de 1961. A partir de 1962, ocupou o cargo de deputado no Soviete Supremo da União Soviética até voltar à Cidade das Estrelas, o centro espacial soviético, para trabalhar no design de novas espaçonaves. Depois de vários anos afastado, dedicado apenas ao programa espacial, Gagarin voltou ao curso de treino de pilotos, para uma requalificação como piloto de caça nos novos caças MiG da Força Aérea.

MORTE E LEGADO
Em 27 de março de 1968, durante um vôo de treino de rotina sobre a localidade de Kirzhach, ele e o instrutor de vôo Vladimir Seryogin morreram na queda do MiG-15 que pilotavam, num acidente nunca devidamente explicado.<5> Um inquérito de 1986 sugeria que a turbulência de um avião interceptador Sukhoi Su-11 pode ter feito o avião de Gagarin sair do controle. <6>
Documentos secretos russos tornados públicos em março de 2003 mostraram que a KGB tinha conduzido sua própria investigação do acidente, além de uma investigação governamental e de dois inquéritos militares. O relatório da KGB desmente várias teorias da conspiração, indicando que as ações do pessoal da base aérea contribuíram para o acidente. O relatório afirma que um controlador de tráfego aéreo forneceu a Gagarin informações desatualizadas sobre o tempo, e que no momento de seu vôo, as condições se deterioraram significativamente. A equipe de terra deixou também tanques de combustível externo ligados à aeronave. As atividades planejadas para o vôo de Gagarin necessitavam tempo claro e nenhum tanque de popa. O inquérito concluiu que a aeronave de Gagarin entrou em um parafuso, ou devido a uma colisão de pássaro, ou por causa de um movimento repentino para evitar outra aeronave. Por causa do boletim meteorológico desatualizado, a tripulação acreditava que sua altitude tinha que ser maior do que realmente era, e não puderam reagir adequadamente para trazer o MiG-15 para fora de seu spin.

CAUSA REVELADA
Em abril de 2011, entretanto, 50 anos após e em meio às comemorações na Rússia do histórico vôo de Gagarin, as autoridades trouxeram a público documentos classificados como 'segredo de Estado' da época. Em entrevista à imprensa, o chefe dos arquivos do Kremlin, Alekandr Stepanov, colocou um ponto final nas especulações e teorias sobre a morte do herói nacional russo, lendo o seguinte comunicado, extraído de um dos documentos até então secretos: "Conclusões da comissão: segundo as análises das circunstâncias do acidente aéreo e os elementos da enquête, a causa mais provável da catástrofe seja uma manobra brusca (do piloto) para evitar uma sonda atmosférica".<8>
De acordo com o documento até então desconhecido, a brusca manobra feita por Gagarin a bordo do jato para desviar do que seria uma sonda, fez com que a aeronave ficasse em condições críticas de estabilidade e caísse. Como sinal da importância do fato, estas conclusões foram inscritas num decreto do Comitê Central do Partido Comunista da URSS, com data de 28 de novembro de 1968, e sob o selo de "segredo de Estado".

HOMENAGEM
Alçado ao título oficial de Herói da União Soviética, o centro de treinamento de cosmonautas no Cosmódromo de Baikonur, Cazaquistão, leva hoje o seu nome. A cidade próxima à aldeia natal de Gagarin em 1968, após morte do cosmonauta, foi rebatizada na sua honra.
Em dezembro de 1993, a galeria Sotheby's, em Nova York, leiloou um grande lote de peças dos tempos gloriosos do programa espacial soviético. O uniforme usado por Gagarin foi arrematado por U$112.500 dólares.

É isso aí.
UFA!!!!
Silvinha também é cultura ^^ (Copiou e colou tudo da wikipédia, mas pelo menos posso ter feito alguém aprender alguma coisa ^^ Legal, não?? =3)

Se cuidem, amowres!!!

=*********

Sem NOFATO-NAFOTO hoje, Oks?
Se cuidem!
=***************


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Sopro Ao Vento...

Segunda-feira, Abril 11, 2011

Parafraseando minha irmã Adriana...

Eu quero um javali!!! *-*


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Quarta-feira, Abril 06, 2011

Sonho Bom... =3

Sabe quando você acorda de manhã, sabe que ainda pode dormir mais um pouquinho e tira aquele cochilozinho que até dá pra sonhar alguns frames?
Pois aconteceu isso hoje comigo e eu tive o sonho mais maravilhoso e gostoso e perfeito do mundo.
Sonhei que eu estava sentada numa cama ou num sofá (acho que num sofá) porque eu lembro que eu estava com as pernas esticadas e estava meio que me equilibrando para ficar "reta" XD
E tinha um notebook no meu colo. E eu lembro que tinha gente ao meu redor tentando fazer alguma coisa, mas eu estava atrapalhando por estar ali, mas não dava para sair, porque eu estava escrevendo avidamente, eu nem piscava, simplesmente digitava como uma louca no lindo teclado inteiramente branco. O notebook era branco e fininho e perfeito!!!! (Silvinha faz tempo que quer um notebook branco). E eu escrevia e escrevia! E era maravilhoso porque não importava o que as pessoas dissessem ou fizessem, eu continuava escrevendo, não perdia a minha concentração. E eu acordei tão bem! (mesmo toda dolorida por dormir no chão XD, mas é divertido ahuhau XD). E foi perfeito!
A Lu, repórter que apresenta o jornal da noite comigo na TV disse que pode ser um sinal de que eu vou ganhar um Notebook (mas eu estou feliz com o Lázuli ^^, não preciso de outro no momento!!!), mas eu acho que é um sinal de que minhas histórias vão desempacar e que eu vou voltar a escrever *O*.. Seria um sonho *-*

As minhas histórias estão fluindo bem, apesar de que uma, que eu já estou no quinto capítulo, eu estou reescrevendo .-.
Mas está ficando melhor, isso é bom *-*

Eu amo escrever. =3 Sempre tenho um caderninho junto comigo ^^ Não é sempre que estou com o Lázuli ao meu alcance e nunca se sabe quando a inspiração vem, né?
E ela sempre vem. No ônibus, no carro, na TV, no trem indo ou voltando de São Paulo... Daí eu saco o caderninho e a caneta (que lá na TV, todo mundo já se acostumou a ver uma empoleirada na minha orelha XD.No começo me perguntavam quanto custava o pãozinho...) e começo a escrever, independente se o trem está sacolejando muito ou não. (mas o engraçado é que, quando o trem pára, eu não escrevo XD.... gosto de escrever com o trem em movimento ahuahuau Eu sou estranha, mas sou feliz assim =3.

Quando estou escrevendo, é tão mágico, eu perco o foco do mundo e fico só nas minhas idéias. Mas é como na foto, eu fico me equilibrando com o caderno e as milhões de coisas com as quais eu ando só para não perder a idéia que encantará milhões de pessoas ^^

E olha... que euGOSTEI desse caderninho da moça da foto o.o (roubei a foto de um blog chamado "Diário da Léa" http://www.diariodalea.com.br/blog/). Eu não cheguei a ler o blog dela, gostaria, mas não tive tempo (Êêêêh, vida de pessoa que trabalha XD)
Enfim... Esse caderninho dela me lembra um que eu e as meninas vimos na Feira ArtValle que teve aqui em Jundiaí na semana passada (e nós fomos, mas eu não postei nada x.x Preguiiiiiiiiiiiiiiça...). Era um caderninho comum, desses de capa dura com uma capinha toda fofa de tecido que você poderia tirar e que eu mesma poderia fazer, se eu soubesse costurar. Mas eu acho que vou caçar um caderninho igual ao da foto para mim, para eu andar com uma coisa bonitinha e digna de uma escritora^^

É isso aí, gente... =3
Acho que agora as minhas histórias vão sair! *___*

Se cuidem, Oks??

***NO FATO**
Uma Sil que teve um sonho maravilhoso (e com saudades do "Foto/Fato") e devolveu mais ainda a minha vontade de escrever!

***NA FOTO**
Uma imagem que representa 100% a minha vida de escritora... e eu simplesmente AMEI esse caderninho... Onde será que essa menina comprou???


Amo vocês ^^
Se cuidem!
=******


Semente Plantada Por:Dunaz ~A Gnomida

Sopro Ao Vento...





VICKYS.com.br Selos Ganhos Obrigada, Márcia. Obrigada, Márcia. Obrigada, Márcia. Perdão, mas tive que diminuir. Obrigada, Márcia!
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